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O ENDERÇO DO BLOG MUDOU!!!!!! 28/01/2009

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Olá a todos,

Com o objetivo de melhorar o acesso a informação dentro do Blog o link para o acesso ao mesmo mudou!!!!!!!

http://www.mundoinnova.com.br/blog/

A Crise Mundial e você? 27/01/2009

Posted by mundoinnova in Direto da Redação.
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Muitos seminários e palestras têm exposto o cenário de crise mundial. Você já sabe o que está acontecendo? Danilo Talanskas, articulista da Mundo InNova e CEO’s nos últimos 18  anos de três multinacionais (GE Sistemas Médicos, Rockwell Automation e Elevadores Otis) fará uma análise dos efeitos da crise no meio em que você convive e trabalha,  com discus­sões sobre como enfrentá-la.

Os temas seguintes temas serão abordados no seminário:

  • O choque. Como agir?
  • As principais áreas de preocupação.
  • O foco em pessoas.
  • O foco no cliente.
  • Como está o seu sistema de gestão.

Uma sessões descontraídas, com bastante interatividade, com trocas de idéias e experiências.
Dias:             16 e 18 de Fevereiro
Horário:        19h e 30 min
Valor:                R$ 200,00
Inscrições:  (11) 3031-1811  /  3814-4481
artestudiomaurochaves@gmail.com

Local:      Rua Mourato Coelho, 941
V. Madalena – São Paulo

Nasce na Campus Party o CP01 – primeiro robô humanóide do Brasil 25/01/2009

Posted by juprofeta in Uncategorized.
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“Vocês estão presenciando o primeiro parto de um robô livre do mundo”, anunciou, neste sábado, Marcelo Branco, diretor-geral da Campus Party Brasil 2009, a poucos metros do CP01, único robô humanóide nacional que usa tecnologias livres. “E o cabeçudinho até que é bonitinho.”
 
Sob os olhares atentos de todos os campuseiros presentes na última noite da festa da cibercultura, foi apresentado oficialmente um projeto único no mundo, que utiliza softwares abertos (como o Linux, por exemplo) e disponibiliza na Internet todo seu projeto para quem quiser aprimorá-lo, dando vida a esse robô semelhante a um humano. Quando for finalizado, o CP01 (como foi batizado em homenagem à Campus Party) terá aproximadamente 1,80 m e pesará 40 kg.
 
“Este é um protótipo, é o início de um projeto colaborativo, que não acaba aqui. Ele contará com a contribuição de programadores, designer e engenheiros mecânicos e elétricos de todo o mundo. Qualquer um pode acessar os códigos e a arquitetura do robô para aperfeiçoá-lo”, diz Alexandre Simões, professor de robótica e inteligência artificial da UNESP.
 
Com lágrimas nos olhos, Esther Colombini, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), agradeceu o empenho da equipe que passou noites sem dormir para materializar o sonho de ter o primeiro robô brasileiro nesses formatos. “Esse projeto é uma loucura: fazer um robô dentro de um evento, em cinco dias, é algo incrível. Só conseguimos por causa da ajuda de muitos campuseiros, especialmente os da área de software livre”, disse ela.
 
O CP01, que possui cabeça, tronco e braços, acendeu os olhos, leu (por reconhecimento de letras), moveu a cabeça e identificou rostos. “Ainda temos muito trabalho pela frente. A parte crucial são as pernas e a locomação. A aplicação de um robô humanóide é enorme. Podemos, por exemplo, ajudar pessoas com deficiência por comando de voz. Hoje ainda é difícil imaginar um robô lavando pratos, porque os softwares ainda não estão desenvolvidos quanto à área de mecânica e elétrica”, explicou Simões.
 
A próxima apresentação do CP01 será em junho, em Porto Alegre, no Fórum Internacional de Software Livre (Fisl 9.0). “Até lá, esperamos que ele esteja mais completo. Queremos que ele seja um meio de divulgar a robótica e de desenvolvimento dentro das universidades”, conclui.
 
Para ver o projeto, acesse www.theopenrobotproject.org

Grade computacional na Campus Party Brasil 2009 reúne mais de 210 máquinas 25/01/2009

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O nome é “grid computing”. Apesar de complicado, o termo em inglês tem um conceito simples e propósito nobre. Trata-se de uma grade computacional – ou computação distribuída – em que o poder de processamento do hardware de PCs em descanso é emprestado para a resolução de uma causa coletiva, simulando um supercomputador. Pois esta experiência aconteceu pela primeira vez na Campus Party Brasil 2009.
 
Apenas nas primeiras 14 horas de execução do projeto, iniciado na noite de quarta-feira, 21, mais de 210 máquinas de “campuseiros” emprestavam sua capacidade ociosa (funciona apenas quando os computadores estão com a tela de descanso acionada) de processamento para ajudar a desvendar uma das maiores questões em aberto da ciência, o enovelamento protéico. “Eles contribuíram na resolução do equivalente a 128 dias de processamento em máquina sequencial”, explicou o doutor em Ciência da Computação e professor da UFMG Wagner Meira. “Resolvemos em poucas horas o que demandaria cinco unidades de trabalho.”
 
O desafio de cientistas ao redor do mundo que pesquisam o enovelamento protéico é chegar à conformação geométrica das proteínas que compõem o RNA, ácido ribonucleico. Apenas este formato tridimensional poderia definir o que uma proteína faz. “Através disso, por exemplo, poderiam ser fabricados medicamentos personalizados. Sabendo como o medicamento vai interagir com o seu metabolismo [pela forma tridimensional da proteína], eles seriam mais efetivos e menos intrusivos”, exemplifica Meira.
 
Neste domingo os “campuseiros” levantam acampamento de volta às suas casas, mas aqueles que registraram seus computadores no “grid computing” seguirão contribuindo na resolução do enovelamento protéico. Uma vez registrado na grade, o computador sempre irá emprestar à rede o seu poder de processamento ocioso.

Campuseiros realizam sonho de montar estúdio no Desafio Maddog da Campus Party Brasil 2009 25/01/2009

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A vida de Guilherme Almeida e Fabricio Ceolin ganhou novos horizontes a partir deste sábado, dia 24, quando foram anunciados como vencedores do “Desafio Maddog Brasil 2009” da Campus Party, concurso conduzido por Jon “Maddog” Hall, diretor-executivo da Linux International. O objetivo era criar músicas e vídeos multimídia usando software livres, formatos livres e a licença Creative Commons.
Ambos são de Belo Horizonte e trabalham juntos numa fábrica de computadores. O sonho, porém, é abrir um estúdio de áudio para trabalhar as músicas da namorada de Fabricio, que é cantora. “A gente se inscreveu por causa dos prêmios, para conseguir realizar o sonho de abrir um estúdio. Chegando aqui, soubemos do tema e tivemos menos de dois dias para fazer o vídeo”, contou o designer Guilherme, de 21 anos, primeiro colocado, que com o vídeo intitulado “Compartilhar para Multiplicar” ganhou um Indamixx Portable Studio, do Trinity Audio Group. Trata-se de um estúdio portátil que permite gravação, mixagem, edição e publicação de áudio. “A história relembra um fato que aconteceu nos Estados Unidos, onde um menino estava distribuindo cópias do Linux (software livre) entre os amigos e foi acusado de pirataria pela direção da escola”, descreveu o vencedor.
O vídeo de Fabrício, “Why Linux???”, apresenta de forma divertida os problemas causados por sistemas operacionais fechados e coloca como solução a utilização do Linux. “Eu gosto de usar Linux porque é um software aberto, no qual todos podemos aprender e contribuir”, afirmou o programador de 28 anos, que ganhou das mãos de Maddog um laptop Indamixx, do Trinity Audio Group, que também conta com software de edição e criação de áudio. A terceira colocada, Marta Contreras, recebeu como prêmio um fone de ouvido especial para quem trabalha com audiovisual.
O embaixador da Linux pelo mundo ficou feliz com o resultado do Desafio no Brasil. “É muito interessante ver as pessoas usando softwares livres para produzir multimídia. Eles tiveram pouco tempo para finalizar o material e souberam trabalhar com isso”, elogiou Maddog.

Recorde nacional de overclocking é quebrado na Campus Party 25/01/2009

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O uso do nitrogênio líquido não é para qualquer situação: o fluido pode causar o congelamento rápido do tecido vivo, a, no mínimo, -120ºC. Porém neste sábado, dia 24, os participantes da área de Modding da Campus Party Brasil 2009 precisaram de 50 litros da substância para quebrar o recorde nacional de overclocking – técnica que pretende fazer com que o computador chegue ao seu rendimento máximo, acima do estipulado pelo fabricante.
 
Resfriando um Intel Core 2 Duo E8400 a -106ºC, eles aumentaram a velocidade do processador de 3 Gigahertzs para 5,6 Gigahertzs e atingiram a marca de 8,6 segundos no tempo de cálculo do número Pi (π) com 1 milhão de casas decimais. As diversas tentativas de chegar a esse número levaram mais de duas horas, em um constante reinício do sistema e modificações nas configurações. No ano passado, o recorde foi de 9,2 segundos em um processador que atingiu 5 Gh. 
 
“A partir de 4,5 Gh, a vida útil do processador já começa a diminuir, por isso recomendamos que, em situações normais, as pessoas só aumentem em 10% a velocidade. Aqui é diferente: estamos tentanto o recorde. É algo extremo. Não estamos preocupados com a durabilidade da máquina”, explica Alexandre Zilbert, integrante da equipe BR-OCTeam. No lugar de nitrogênio líquido, o resfriamento no overclocking pode ser feito com ar frio ou água. “Todo mundo pode fazer em casa, se quiser”.
 
O recorde mundial é de 6,5 segundos de cálculo do Pi em um processador que chegou à velocidade de 6,8Gh. “O equipamento é importado e o custo de cada tentativa é bem alto, mas a idéia é ir melhorando e quebrar mais recordes”, finaliza Zilbert. Alguém se habilita?

Campus Party Brasil 2009 está mais feminina 25/01/2009

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Seis mulheres participaram da construção do primeiro computador digital eletrônico de grande escala, o ENIAC, nos Estados Unidos: Kathleen McNulty, Frances Bilas, Betty Jean Jennings, Elizabeth Snyder, Ruth Lictermann e Marlyn Wescoff. Durante a Segunda Guerra Mundial, elas, como muitas mulheres, faziam cálculos balísticos, e, como eram muito boas em matemática, foram chamadas para participar daquele projeto, em 1945.
 
“Historicamente, deixou-se de lado a participação da mulher na ciência e na tecnologia”, diz a feminista Anna Frank, que, entre flores e objetos em roxo, montou um mural que homenageia essas e outras mulheres na Campus Party Brasil 2009. Na segunda versão brasileira do maior encontro de Internet e cultura digital do planeta, porém, as campuseiras estão dando a volta por cima: a presença feminina no evento cresceu de 25%, em 2008, para 32%, na atual edição.
É por meio de seu blog que Anna leva adiante sua causa de defesa dos Direitos Humanos da Mulher. “Me perguntaram porque eu estou na Campus Party falando de feminismo e o que isso tem a ver com o evento. Disse que o evento não é só para fazer robô, essas coisas. Não! Eu posso usar essa tecnologia, como a dos blogs, para me comunicar com as mulheres do todo o mundo”, explica a autora de uma enquete que mostrou que as áreas de maior interesse das mulheres na Campus Party 2009 são, empatadas, software e games, seguidas de fotografia e blogs. “Vi até uma garota consertando um computador, com solda e tudo”.
Mulheres temáticas
 
A gaúcha Alissa Gottfried, que dará pelo menos quatro oficinas sobre arte gráfica e comunicação com software livre, segundo o modelo Barcamp – no qual as discussões acontecem sem uma programação formal e com participação ativa do público – acredita que a atuação feminina nas diversas áreas da Campus Party tem sido bem efetiva. A participação da Linux Chix, grupo de mulheres que usam Linux, é um exemplo disso. “É legal convidar para o evento um grupo que junta o movimento feminista com o movimento do software livre”.
 
Apesar de ampla, a presença das garotas não é homogênea em todas as áreas da Campus Party. Anna Silva, 25 anos, estudante de Designs Interiores, Michelle Rodrigues, 23, técnica de informática e Vanessa Dias, 19, estudante de Ciências da Computação, têm em comum o fato de serem parte do grupo de Jogos da Campus Party. Segundo elas, das cerca de 50 pessoas que compõe o clã de Games da NV (famoso fórum de tecnologia), somente cinco são mulheres.

“Existe um preconceito por parte das mulheres, que acham que não jogam tão bem quanto os homens. Mas a gente está aqui justamente pra quebrar isso”, diz ela, que faz questão de frisar que vem ao evento por uma questão de paixão pessoal. “Estamos aqui porque gostamos de jogar videogame mesmo, não por influência de namorado ou irmão”. Michelle conta que as competições acontecem de igual pra igual, sem qualquer vantagem para determinado sexo. “Jogamos tão bem quanto os garotos, e muitas vezes eles tomam ‘chineladas’ da gente”.

Campus Party 2009: a gente não quer só tecnologia; a gente quer tecnologia, diversão e arte 25/01/2009

Posted by juprofeta in Uncategorized.
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Engana-se quem pensa que os participantes da Campus Party estão interessados somente em tecnologia. O grande sucesso de atrações como o “O Teatro Mágico”, “Baque Bolado” e a peça “Deus é um DJ” mostra que os campuseiros estão antenados também no universo cultural. Novidade da segunda edição brasileira, o Sarau Digital tem agitado as noites do evento, com uma programação eclética.
 
Tiago Teles, de 19 anos, diz que veio do interior de São Paulo para a Campus Party pensando só em tecnologia e em games, mas se surpreendeu positivamente com as manifestações culturais. “Tem sido muito legal, porque não fica uma coisa muito monótona, só computador”, comenta o amigo Rodrigo Rezende, de 23 anos. O que mais tem agradado os dois na programação cultural é a apresentação noturna de DJs, como Lalai e Chantelle.
 
Para o baiano Bruno Pinheiro, a leitura dramática da peça “Deus é um DJ” foi a melhor atração cultural da Campus Party até o momento. “Eu trabalho com multimídia para teatro e achei o formato – o texto acompanhado por DJ e VJ – bem interessante. O tema da tecnologia também ajudou a criar uma identificação entre o campuseiros e a peça”, opina ele, que ficou curioso para saber qual seria a opinião dos campuseiros. “Pensei que uma peça talvez não fosse do interesse das pessoas do evento, mas vi que o pessoal entrou no clima e gostou”, diz.
 
Os próprios atores ficaram apreensivos com relação à aceitação do público e satisfeitos com o resultado final. Para Marcos Damigo, um dos atores do espetáculo, atrações culturais ajudam a aliviar as tensões. “Tudo é muito intenso na Campus Party. Momentos mais lúdicos, onde as pessoas podem sentar, relaxar um pouco e interagir, são importantes para jogar outros olhares sobre o mundo que a gente está criando em rede”, comenta.
 
O maracatu, apesar de não muito popular no sudeste brasileiro, também causou frisson na Campus Party. O grupo Baque Bolado conseguiu levar os presentes no palco principal a uma empolgante dança coletiva durante sua apresentação dessa quinta-feira, às 23h. “A gente não está muito acostumado a esse tipo de música, mas foi bem legal porque a galera agitou bastante”, contou Teles.
 
Marco Gomes criou uma ferramenta para publicação de blogs por email. Chamou a invenção de Blin Blin, que na gíria dos rappers significa as jóias, uma referência à possibilidade que os usuários têm de ganhar dinheiro com a ferramenta. Para divulgar sua criação, Gomes trouxe para a Campus Party um grupo de rappers que têm se apresentado espontaneamente em diversos espaços da arena. A aceitação dos campuseiros tem sido ótima. “Há uma grande curiosidade sobre os power breaks”, diz em referência aos movimentos pausados e enérgicos da dança.

Vídeos da Campus Party 23/01/2009

Posted by mundoinnova in Uncategorized.
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Pra quem não imagina como é a Campus Party, a Mundo InNova disponiblizou dois vídeos para vocês http://vimeo.com/2934599?pg=transcoded_embed&sec=2934599 http://vimeo.com/2934583?pg=transcoded_embed&sec=2934583.

Enjoy

Sociedade em rede é instrumento de inovação para grandes empresas 23/01/2009

Posted by juprofeta in Uncategorized.
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“É muito bom ser geek em uma sociedade em rede.” Foi com esta declaração que o diretor-geral do Centro de Barcelona da Telefônica I+D, linha de negócios do grupo espanhol dedicada à inovação e desenvolvimento, Carlos Domingo Soriano, encerrou sua palestra do Momento Telefônica, nesta quinta-feira, dia 22, da Campus Party Brasil 2009 – segunda versão brasileira do maior encontro de Internet e cultura digital do planeta, que acontece em São Paulo (SP) até este domingo, 25.

Soriano falou a uma platéia repleta de geeks (ele próprio havia se apresentado como um no início do painel) sobre como a inovação pode se adaptar aos novos fenômenos da hiperconectividade e das redes sociais. “As ferramentas da sociedade em rede são poderosas e contribuem decisivamente para promover a inovação. É por isso que dentro de uma empresa grande como a Telefônica há muita gente como você”, disse.

Para demonstrar como o processo se dá, Soriano deu exemplos – desde o uso de microblogs (o mais popular é o Twitter) no ambiente corporativo para dividir e obter informações rapidamente até o investimento em companhias inovadoras que desenvolvem soluções digitais onde todos ganham.

E dividiu com os presentes cinco passos para o sucesso dessa iniciativa: 1. compartilhar tudo; 2. manter contato com a rede; 3. trabalhar com terceiros (a inovação acontece em todo lugar); 4. manter uma rede de inovação (com companhias parceiras); e 5. a organização ter uma cultura de inovação.

Meio ambiente x Tecnologia

No primeiro encontro do dia do Momento Telefônica (22/01), o tema Meio ambiente x Tecnologia gerou questionamentos sobre os impactos da tecnologia, com a presença de Felipe Fonseca, Marussia Whateley (ISA – Instituto Socioambiental) e Luiz Algarra (Papagallis). “A reciclagem de material tecnológico não vai dar certo até que não haja uma legislação para isso. Precisamos discutir sobre a produção e o consumo, a mão-de-obra precária, o reuso e o descarte responsável dos computadores, celular etc.”, argumentou Felipe, representante da MetaReciclagem, uma rede que atua desde 2002 e que, a partir do intercâmbio com a plataforma Waag-Sarai (Holanda-Índia), passou a definir-se não mais em função de um grupo que recicla computadores, mas uma rede aberta que promove a desconstrução e apropriação de tecnologias.